segunda-feira, 27 de outubro de 2014

#24 Coisas que aprendi antes dos 25 - Este lado ruim das pessoas que insistem em nós machucar

Por que já é a metade de cinquenta e alguma coisa eu devo ter absorvido de todos os socos que levei desta moça chamada vida.

Este lado ruim das pessoas que insistem em nós machucar


Eu tive esta ideia copiada de outro blog de escrever vinte e cinco pontos sobre a vida ou relacionamentos ou sobre qualquer outra constatação que levo para a minha vida. Talvez fossem grandes achados, outros já são rotinas impregnadas na Caroline da vida. Ora tão simples e banais, ora tão profundos ou, ora nada.
O nada. Aquele momento desgraçado da minha existência que me pergunto "e agora?", aquele branco de qual ação tomar, decisão, atitude? Talvez eu possa concluir que não mexer um fio de cabelo também seja tomar uma decisão tão sã quanto uma ação propriamente dita.
O momento mais difícil que me derrubou sentada estupefata eu não podia fazer SIMPLESMENTE nada. - Pitaqueupariu! pensava nesta frase todo santo dia e desejei profundamente minhocas e bichos comendo os olhos de outrem mas fazer o que, não havia nada a ser feito. A consciência de absolver ou deletar tais informações era de livre arbítrio.
E nada fiz. E por nada continuei andando. E mesmo sem fazer nada a minha posição mostrava a verdade e sem mexer um dedo a verdade  sobressaiu-se.
Pensa o quão injusto é você carregar um fardo que outro escolheu o tamanho e a quantidade de areia no saco? Ser aquela de tão sem maldade e espírito infantil que chega a acreditar que a maldade (tanto em atitudes quanto em palavras) não existem, não ao menos nos que me cercavam. Nessa de acreditar nas pessoas caiu um caminhão de concreto em minhas costas e por nada a ser feito continuei a seguir meus dias acreditando mais que tudo naquele ditado popular: A verdade sempre aparece.
Sim meus caros, a verdade sempre aparece e hoje sou uma mulher de quase vinte e cinco anos feliz consigo mesma, de mente e consciência tranquila. Em contrapartida, aos que sempre agiram com crueldade por trás das minhas costas colhem duramente sua safra nauseabunda.

Postar um comentário