segunda-feira, 30 de junho de 2014

#07 - Coisas que aprendi antes dos 25 - Estude. Sempre.

Por que já é a metade de cinquenta e alguma coisa eu devo ter absorvido de todos os socos que levei desta moça chamada vida.

Estude. Sempre.




A era da geração sucesso pelo esforço sem ter nenhum estudo mais específico ficou lá trás. Eu sei, triste. Eu sei que seu pai construiu um império sendo um analfabeto funcional, eu sei, eu sei. Mas esta mamadinha global já foi para o beleléu a muito tempo.
Bastava ser um funcionário aplicado, astuto, ético entre outros adjetivos. Agora você tem que ser tudo isso e ainda carregar um diploma debaixo do braço. Ter um e não o outro, independente da ordem te levará a  lugar nenhum. Vai chegar um momento em que estagnará no seu trabalho, na sua função, remuneração e afins.
Calma lá, não estou diminuindo as pessoas que trabalham sem diploma. Fui criada vendo meu pai em cima de um caminhão para ganhar a vida e também vi o quanto é sofrida, inúmeros finais de ano sem ele, aniversários, dias dos pais, páscoa, natal e qualquer data comemorativa.
A globalização, o capitalismo, a cobrança sobre serviços especializados esta mais acirrado do que a quarenta anos atrás. Contar apenas com seus serviços sem investir em um estudo mais específico é contar com a sorte em um mundo onde a sorte não tem mais vez.

domingo, 29 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #08


...reencontrar aquele pessoa por quem você sente uma profunda afinidade.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Mulher direita


A mulher direita não fala palavrão, não come de boca aberta, nem senta de qualquer jeito. Mulher direita não fala alto, não é desaforada, nem barraqueira. Ela sabe se portar, é simpática com a família e educada com os amigos. Tem dessas de sorrir pra estranhos com uma complacente nobreza e resgatar animais da rua. Mulher direita não deve falar mal das amigas pelas costas ou desdenhar o desempenho, mesmo quando deixa a desejar, do parceiro. Na verdade, mulher direita não deve falar do que rola entre quatro paredes, nem deixar escapar seus despretensiosos fetiches.
Mulher direita tem que disfarçar o calafrio da lembrança daquele beijo quente na nuca, e a fissura do rosto contra o chão gelado. Deve evitar insinuações de que sente-se quebrada, destruída da noite pro dia. Deve conter a excitação da cueca boxer branca que insiste em se mostrar quase pedindo pra ser arrancada às pressas. Deve dizer que tem cabelos longos por elegância, estilo, e não porque são muito melhores de serem puxados. Mulher direita tem que se fazer de durona, ainda que por debaixo da roupa justa se escarne de molhada.  Tem que ser resistente à dor, à mágoa, e sensível ao toque, à pele. Tem que esconder a insegurança da relação quando domina por cima o vai-e-vem dos seus quadris. Tem que encobrir o olhar dos curiosos quando sem calcinha comprime seu corpo ao dele em falsa displicência.
Mulher direita tem que evitar discussões que a levem à admitir que prefere de quatro ou que geme alto. Deve protestar quaisquer dúvidas de que gosta de apanhar. Mulher direita não gosta, ama. E pede. Mas tem que omitir que também está no jogo pra gozar. Deve esconder a frustração de uma transa mal feita, um sexo sem pegada. Deve fingir que gosta de fazer amor, com carinho, com beijinhos. E contestar quem a acuse de escândalo. Mulher direita deve esquecer-se de seu sobrenome de puta que aos berros lhe excita. E que xingamentos podem ser, sim, deliciosos.
A verdade é que, em segredo, a mulher direita tem uma certa inveja dos homens que não precisam disfarçar seus grandes feitos casuais e nem silenciar suas performances monumentais. E, por vezes, tem vontade de se entregar à condenação da vida sem limiares, feita de preliminares. Um abraço, uma transa e um adeus. Mas, bem ou mal, a mulher direita valoriza à propagação dos erroneamente ditos bons costumes, boas maneiras. A falsa moral. Se desdobra, se converge e se refaz a fim de permanecer socialmente imaculada. E deixa a cargo de seus desejos sórdidos a ânsia de ser a puta de um homem só.
P.s: Para mal entendedores, esse texto é uma sátira da visão que a nossa sociedade, nossa cultura, implanta sobre as mulheres e os paradigmas que devem seguir. :)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #07


...receber aquele abraço quando você precisa.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Dicas de como estudar - Vida de pós

Quando você investe tempo e dinheiro em uma especialização, mestrado profissional, mestrado acadêmico, doutorado OU o mais desejado, um concurso público; deve-se ter muito dedicação. Dedicação nos estudos e no tempo que você separou para ele, afinal, de nada adianta sentar para estudar e achar o risco na parede mais interessante que o assunto, certo?
Pensando nisso e zanzando por ai, achei uma matéria bem interessante sobre como manter o foco nestas horas, onde tudo quebra sua concentração. Este vale para todo tipo de ocasião onde o objetivo é o aprendizado.





Tormento para a maioria dos candidatos, a falta de concentração quase nunca é um problema real, que dependa de tratamento. Em geral, a dificuldade é decorrente de questões simples e, felizmente, de fácil solução. O desafio de se concentrar pode ser ainda maior na preparação para concursos, por se tratar de um projeto de médio/longo prazo que, por isso, requer muita disciplina.

 três fatores que atrapalham bastante a capacidade de manter o foco no estudo. O primeiro deles são necessidades fisiológicas não satisfeitas: fome, sede, sono, calor etc. De nada adianta iniciar o estudo com outras demandas desviando o foco. O ideal é criar uma organização para que esteja tudo em ordem no horário estabelecido para estudar, mas, em casos imprevistos, é preferível fazer uma pausa, resolver o desconforto e retornar com mais qualidade.



Como encontrar tempo para estudar

Outro fato que costuma comprometer o estudo é a dificuldade de afastar o pensamento de outras tarefas do dia a dia, ou seja, convencer o cérebro de qual é a prioridade do momento. Isso costuma ser solucionado a partir da definição precisa dos horários de estudo (com início e fim) e a distribuição de matérias que serão estudadas a cada dia. É muito útil elaborar um quadro/calendário do mês e ali colocar horários e tarefas de cada dia, não só referentes ao estudo, mas também às outras obrigações, os intervalos, o dia livre.
A partir disso, o candidato pode distribuir as disciplinas a serem estudadas, reservando mais tempo para as mais difíceis e menos para aquelas em que tem mais domínio. O planejamento mensal permite traçar metas de médio prazo – equilibradas e possíveis - e observar o aprofundamento do conhecimento em relação a cada conteúdo/disciplina. A cada mês, o candidato deve reexaminar sua situação diante dos conteúdos a serem estudados e ajustar a programação para o mês seguinte.

Dinamize o estudo
Por fim, um dos principais vilões da concentração, não só no estudo, é a monotonia. Já percebeu como uma conversa arrastada, em que a pessoa fala sempre no mesmo tom de voz, sem gesticular, faz com que a gente imediatamente comece a pensar em outras coisas? O mesmo acontece com o estudo. Se o candidato se limita a ler anotações ou livros, a tendência é que o sono apareça ou, no mínimo, os pensamentos ganhem “vida própria”.
O estudo torna-se bem mais interessante e produtivo quando se adota uma postura ativa diante da tarefa. A leitura da teoria seguida – a cada novo ponto – da resolução de exercícios didáticos com consulta àquele assunto facilita a compreensão e a fixação gradativa dos conteúdos, por causa do manuseio das informações.

É importante lembrar que a memorização ocorre a partir da repetição; então, no caso dos concursos, o candidato deverá retornar ao início de cada matéria diversas vezes, sempre que chegar ao fim dos conteúdos, até a sua aprovação. Assim, naturalmente, as informações ficarão guardadas na memória. Escrever fichas-resumo pode ser uma ajuda para revisões futuras.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

#06 - Coisas que aprendi antes dos 25 - Você não tem que aceitar nada que discorde só para continuar ao lado de alguém

Por que já é a metade de cinquenta e alguma coisa eu devo ter absorvido de todos os socos que levei desta moça chamada vida.

Você não tem que aceitar nada que discorde só para continuar ao lado de alguém



O erro fatal que eu, você e todas as pessoas do mundo cometem uma, duas, três ou enquanto sua vida durar é aceitar o que não concorda só para manter a relação "bem". Bem? Bem é estar consigo mesmo independente do seu ponto de vista político, religioso ou referente o que acha sobre a Valesca Poposuda ter sido intitulada uma pensadora contemporânea em 2014. Estar bem é não ter vergonha dos seus ideais mesmo que seu (a) parceiro (a) seja completamente contra. 
O mínimo que deve existir, obrigatoriamente, é o respeito.
Você não tem que aceitar, mudar, concordar, dizer sim e balançar o rabo igual um cachorro quando ditam uma ordem a ele: "shiit totó", "deita!", "rola!" e agora fique sentado.
O lema concorde comigo e segura na minha mão que, para sermos um casal completo precisamos ser totalmente alinhados não rola e mais cedo ou mais tarde a intolerância a estas divergências de opinião ira sucumbir seu "relacionamento bom".

domingo, 22 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #06


...tirar o sapato ao chegar em casa.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

A incrível geração de mulheres que foram criadas para ser tudo o que um homem NÃO quer

Neste feriado, zanzando pelo facebook, vi o compartilhamento de um link que já tinha visto antes mas só lido o título. A preguiça de ler uma matéria na tela de 4 e alguma coisa polegadas do meu celular não é nem um pouco convidativa. Quando esta colega, na verdade uma grande amiga, compartilhou e acrescentou seu comentário ao mesmo perdi a preguicinha e abri. 
Reposto aqui o texto de Ruth Manus, a mulher que escreveu exatamente o que penso e o que sinto com relação a nós, nova leva de mulheres, que tem os ideais completamente diferentes das nossas mães e avós. Parabéns a ela pelo incrível texto e por favor leiam até o fim, vale e muito a pena.




Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá. Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda. Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar. Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens,  homens e velhos homens. O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro.  Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.

No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #05


...achar alguém com quem comentar aquele livro maravilhoso.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

The Leftovers


HBO esta cheia de estreias e dia 29/06 terá mais uma - The Leftovers.
Mas que série é esta Carol? 
Não sei, diferente de Penny Dreadful que já estreou nos EUA (assim tirando uma casquinha do que esta por vir) este ainda anda muito misterioso e na internet você encontra pouquíssimos detalhes sobre a trama, não indicando claramente se é de terror, suspense, drama ou o que. Os trailers até então divulgados despertou a  minha curiosidade e no meu celular já esta agendado o evento para eu não esquecer da estreia.
Do pouco escrito por ai, a série foi baseada no romance de Tom Perrotta, The Leftovers (a série carrega o mesmo nome), lançado nos EUA em 2011. Aqui no Brasil o livro foi divulgado pela Intriseca em julho de 2012 sob o título Os Deixados para Trás. Bom, se existe um livro e ele já esta no Brasil, vamos atrás da sinopse dele, certo?
O que aconteceria se, de repente, sem nenhuma explicação, pessoas simplesmente desaparecessem, sumissem no ar? É o que os perplexos moradores de Mapleton, que perderam muitos vizinhos, amigos e companheiros no evento conhecido como Partida Repentina, precisam descobrir.Desde o ocorrido nada mais está do mesmo jeito - nem casamentos, nem amizades, nem mesmo o relacionamento entre pais e filhos. O prefeito da cidade, Kevin Garvey, quer acelerar o processo de cura, trazer um sentimento de esperanças renovadas e propósito para sua comunidade traumatizada. Ainda que sua família tenha sido desfeita com o desastre: sua esposa o deixou para se juntar a um culto cujos membros fazem voto de silêncio; seu filho, Tom, abandonou a faculdade para seguir um profeta duvidoso chamado Santo Wayne; e sua filha adolescente, Jill, não é mais a dócil estudante nota dez que costumava ser. Em meio a tudo isso, Kevin ainda se vê envolvido com Nora Durst, uma mulher que perdeu toda a sua família no 14 de Outubro e continua chocada com a tragédia, apesar de se esforçar para seguir adiante e recomeçar a vida.
Com emoção, inteligência e uma rara habilidade para enfatizar os problemas inerentes à vida comum, Tom Perrotta escreve um romance impressionante e provocativo sobre amor, conexão e perda.
O livro você pode encontrar aqui e custa R$ 24,90. 
Podemos concluir então, se a série seguir a risca o livro, que se tratará de mais drama, ficção e um leve suspense. Mais especificadamente, ele abordará a vida da população de uma pequena cidade após o arrebatamento bíblico onde 2% da população mundial simplesmente somem, assim, como pó. A série explorará o que acontece com aqueles que foram deixados para trás pelo Deus, para o início do período mais temido do mundo (e religiosos) o Juízo Final.
Assiste os trailers ai





segunda-feira, 16 de junho de 2014

#05 - Coisas que aprendi antes dos 25 - Faça listas

Por que já é a metade de cinquenta e alguma coisa eu devo ter absorvido de todos os socos que levei desta moça chamada vida.

Faça listas




Para ir ao supermercado, lista dos locais que precisa resolver "coisas" no centro da cidade e dos locais que quer conhecer. Lista dos seus desejos para este ano e uma lista de todas as suas receitas e despesas. Lista do que quer comprar, do que precisa comprar e do que realmente precisa ter agora. 
Faça uma lista com a relação das suas metas de curto e outra a longo prazo, dos que anceia melhorar em si, do que quer acrescentar e das novas coisas que esta afim de aprender.
Faça listas!
Esta cientificamente provado que quem define claramente seus objetivos possuem muito mais chances de concretiza-los.

domingo, 15 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #04


... ganhar o sorriso de um bebê.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Esta no ar s2



Antes que vomitem frases cheias de ódio e grunhidos do tipo: "É mais uma data comercial", "puro capitalismo" ou para aqueles mais doídos na dor de cotovelo "eu não passo o dia com um índio no dia do índio..." e afins... Vim hoje defender o dia dos namorados.
Oi? Justo você defendendo o dia dos namorados? A-ham, justo eu que sempre fui tranquila com esta data, sem grandes neuras e espetáculos por apenas defender o amor sincero e singelo. Que venha demonstrações e afeto quando tiverem que vir, de coração.
Não acho nada romântico textos quilométricos em redes sociais ou rosas no trabalho para vangloriar um amor que na verdade esta bem murcho. Eu defendo o amor expressado naquele segundo perfeito, o eu te amo dito sem soltar uma única palavra.
Ta certo que se tornou uma grande data comercial mas, e daí? Sério, qual é o problema? Você realmente deixaria de fazer algo com o seu companheiro (a) por que acha que fazer algo nesta data tornaria o amor uma mentira? Algo mais ou menos assim: saindo para jantar só por que é dia dos namorados, porque se não, nem saía de casa...
Ai eu escrevo - se mata.
O amor e, levando em consideração que você realmente ama e que não esta levando seu relacionamento com a barriga; então, o amor deve ser nutrido diariamente (mas isso eu já sei), eu sei que você sabe mas, porque cargas d'água ninguém cuida do seu amor? Pela segurança de termos conquistado um amor e ai ficamos descuidados.
Você pode ter encontrado a mulher da sua vida, a guria perfeita pra ti e é com ela que você quer se casar, ótimo! Mas após quatro anos de relacionamento ela te da um pé na bunda. Ela te amava? Sim, me amava e muito. Então me explica o fim? Resposta: Por descuido.
Descuido nos detalhes, na reafirmação deste sentimento, naquele mimo bobo mas que faz uma baita diferença. O descuido em não elogia-la sabendo o quanto ela esta bonita, em ser gentil, em ser um companheiro de verdade.
O descuido é como a água - você sente e mesmo assim te escorre pelos dedos. 
Sabemos aonde estamos falhando, sabemos onde podemos melhorar, sabemos o que não devemos fazer, o que devemos fazer, o que falar, o que repreender.. Tudo. Conhecemos e compreendemos o nosso parceiro.
Não há uma explicação plausível que sustente e apoie o descuido.
Descuidamos do nosso amor porque estamos tão seguros e reafirmados que não precisamos fazer mais nada que é aí que começa a ruir. Então, leve ela (e) para jantar, compre algo que de fato é especial, mime o seu amor. Não tem nenhuma lei que nos proíba de fazer isso, não tem o porque de não fazermos isso.
É por estas ponderações e tantas outras que eu defendo o dia dos namorados, uma data para reafirmar seus sentimentos.

Só uma observação: Não vá reafirmar seu amor apenas uma vez por ano também...

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #03


... perceber que você precisa de uma estante de livros nova.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A maldade que existe no mundo


Hoje venho escrever sobre um assunto que não gostaria, é inquietante e triste. Quando vejo noticias assim mentalizo que todas as coisas ruins que podem acontecer conosco poderiam ser transportadas para uma sociedade paralela, fechada a sete chaves. Uma caixa de pandora com toda a crueldade do mundo e esta caixa guardaria todo o mal antes que ele pudesse concretizar-se.
Eu não conhecia a moça e a vi uma ou duas vezes em alguma foto de uma amiga que temos em comum na maior rede social do mundo, o facebook. Mesmo assim, sem nenhum tipo de contato físico ou cibernético que trouxesse proximidade entre nós, a notícia de seu desaparecimento foi algo triste de ler.
Por dia, lia em média no mínimo duas ou três vezes alguma notícia na minha timeline devido ao compartilhamento desesperado de amigos e colegas com o intuito de que alguém a pudesse reconhecer e fornecer qualquer informação que levasse ao seu paradeiro.
Tatiane Jezualdo sumiu assim, do nada. Cinco minutos antes estava em casa, cinco minutos depois deveria estar no ponto de ônibus para pegar a van ao trabalho (do qual não se encontrava mais quando o transporte passou). Algo acontecerá neste meio tempo de cinco minutos que causou o seu desaparecimento. Com a informação de uma senhora que a viu entrando em um carro (escuro e bom segundo seu relato), não sabia se foi ameaçada ou entrado por livre espontânea vontade.
O mal da época em que vivemos hoje é a crueldade livre, espontânea e gratuita a quem quer que seja. Pessoas matam desconhecidos pelo simples tédio de não estarem fazendo nada, pessoas traficam seres humanos por dinheiro e pessoas estupram e torturam sem nenhum motivo aparente e mesmo que houvesse algum motivo, nada justificaria. Pelo contrário, nunca será justificável nenhuma ação ruim contra o próximo.
E o pior de tudo é que o ato contra a nossa vida pode vir de qualquer um. Do seu vizinho, irmão, pai, mãe, namorado, marido, conhecido, colega de faculdade, de trabalho, tio, tia... Infinitas possibilidades até chegar a um completo estranho que passa na rua. O que nos choca (ainda mais do que o próprio ato) é quando este é concebido por alguém do nosso circulo. Este parece que dói mais porque o mal estava lá, o tempo todo, convivendo conosco.
Esta manha ao pesquisar novas informações sobre seu paradeiro e no fundo torcendo para que fosse alguma crise existencial dos vinte e poucos anos e que a qualquer momento retornaria para casa; a primeira a ser destacada é de que sua morte foi confirmada (pela investigação e confissão do próprio causador). O autor é um colega de trabalho e o seu corpo, até o momento, ainda não foi localizado.
Eu e tantos outros desconhecidos estávamos torcendo em silêncio para que o desfecho fosse feliz... Meus profundos pêsames aos familiares e amigos.

Obs:
Em 17 de dezembro de 2009, foi sancionada a Lei nº 12.127/2009 que cria o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos, resultante de uma ampla discussão nacional somada aos trabalhos de investigação da CPI de Crianças e Adolescente Desaparecidos.
Em fevereiro de 2010 a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR em parceria com o Ministério da Justiça - MJ e com o apoio da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidas - ReDESAP, desenvolveram o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidas. 

De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em média, 57 pessoas desaparecem por dia no estado de São Paulo. Cerca de 80% voltam para casa por iniciativa própria, mas há uma parcela cujo paradeiro se torna um mistério para amigos e familiares por anos a fio.
Segundo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, o perfil da maioria de crianças e adolescentes desaparecidos é o mesmo das que são exploradas sexualmente: entre 12 e 17 anos de ambos os sexos. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 80% das 2,5 milhões de pessoas vítimas de tráfico humano no mundo foram cooptadas para fins de exploração sexual.   Fonte Veja

Sexta-feira 13 de estréia - Penny Dreadful


Já faz mais de um mês que venho assistindo os trailers de divulgação da nova série que será passada na HBO, Penny Dreadful. Com uma apresentação aterrorizante - não no sentido ruim - e sim de transmitir mesmo aquele frio na espinha e calafrios, a série antes mesmo da estréia já esta causando diversos burburinhos nos inúmeros sites de séries e afins.

Bom, o trailer me bastou para querer acompanhar Penny Dreadful. Mas, qual é o tema?
Então, a divulgação já deixa bem claro que se trata de terror, sobrenatural e uma abordagem psicossexual (sim, tem um baita lado sedutor e sexual), com uma história bem elaborada e cheia de seres já consagrados na história como vampiros, demônios, Frankstein, Van Helsing e etc. O cenário é Londres na época vetoriana - o que já deixa um ar de muito suspense e medo.

Basicamente tudo começa com a busca de Sir Malcolm Murray a sua filha, Mina, que foi raptada por seres do submundo. Ele contará com a ajuda de Vanessa Ives, uma personagem cheia de mistérios e que se comunica com os espíritos e coisas do gênero e com Ethan Chandler, um ator itinerante que fugiu da América e que possuí grande habilidade com armas.

Episódio de estreia da primeira temporada. Na Londres de 1891, uma mulher misteriosa (Eva Green) aborda o ator de circo Ethan Chandler (Josh Hartnett) para contratar os seus serviços de faroeste. Ele logo descobre que a mulher e seu aliado, Sir Malcolm Murray (Timothy Dalton), estão lutando contra criaturas estranhas.

 Ficou curioso? Segue o trailer.



terça-feira, 10 de junho de 2014

Pesquisas um tanto quanto [in]uteis



Um estudo liderado por Leslie Baxter (da Lewis and Clark College em Portland, Oregon – EUA) e William Wilmot (da Universidade de Montana, Missoula – também nos EUA), reuniu uma equipe de pesquisadores que entrevistaram 90 estudantes de graduação sobre os seus relacionamentos com pessoas do sexo oposto. Dessas entrevistas, foram coletadas um total de 158 “estratégias de conquista calculadas” (algo como testes de amor), que eles colocavam em prática para descobrir como um amigo se sentia a respeito deles. Muitos desses testes eram semelhantes, por isso, Baxter e Wilmot foram capazes de reduzi-los a apenas sete categorias.
Veja nos item a seguir como um amigo apaixonado pode se tornar maluquinho, ou até irritante, para descobrir/conseguir dar um passo a mais no relacionamento – e mudar o status de amizade para amor.

1. Teste de namoro da persistência

Este é o tipo mais comum de teste. Nesta categoria, o amigo apaixonado faz o seu melhor para testar os sentimentos da outra pessoa praticamente exigindo elogios dela ou pedindo ajuda constantemente. O comportamento mais clássico nesse quesito é a autodepreciação. O apaixonado começa a falar mal dele mesmo, a se diminuir para arrancar um elogio seu.
Coisas do tipo: a pessoa vai 3 vezes por semana na academia e fica falando “ah, eu preciso me esforçar mais na academia”, só para você dizer “não, 3 vezes por semana já é ótimo”. Ou, melhor ainda: “puxa, preciso muito emagrecer alguns quilinhos, né”, sóóó pra ouvir um “capaz, você já tá ótimo assim”. Esse último exemplo, me parece, se aplica mais às amigas apaixonadas.
Um outro tipo de teste de resistência é chamado de “escolha forçada”, em que seu amigo apaixonado cria uma situação para ver se você largaria tudo por ele. “Ele veio até o meu trabalho e disse que estava muito chateado com algumas coisa, mas que não queria incomodar”. Sabe aquela típica jogadinha de um verde, para ver se colhe maduro? Então.
Finalmente, amigos apaixonados irão se comportar como crianças mimadas, enchendo o saco até o limite para ver quanto você vai aguentar de maus tratos sem reclamar. A ideia aqui é ver se você ainda vai gostar dele, mesmo que ele esteja se comportando como um belo de um encosto.
Todos esses exemplos me fizeram pensar que: se o seu amigo estiver se tornando um chato de galocha, talvez é porque ele esteja apaixonado por você.

2. Teste de namoro da triangulação

Esse é o segundo tipo de teste mais popular e foi apelidado de “triângulo” porque se baseia no antigo ditado (ou expressão popular) “três é demais”. Algumas pessoas arquitetam “testes de fidelidade”, especialmente se a relação já se desviou para além do platônico.
Por exemplo, uma dos entrevistadas que participaram da pesquisa que citei anteriormente queria testar se o seu namorado era tão fiel como ela. Então, deixou-o sozinho intencionalmente com a colega de quarto dela e, quando voltou ao cômodo, já saiu disparando perguntas como “o que vocês dois fizeram enquanto eu estava fora, hein, hein, hein????”. Se ele reagisse de maneira desconfortável, seria a prova de que ele não estava sendo fiel, ou que “pelo menos estava pensando em não ser”.
Tudo bem. Mas eu tenho uma dúvida: será que é possível não ficar sem graça em uma situação como essa?

3. Teste de namoro das indiretas

Quando um de seus amigos se apaixona por você, ao invés de ele pegar o caminho mais curto e falar de uma vez o que ele está sentindo – afinal de contas, ele é seu amigo e tem liberdade para falar sobre qualquer assunto com você -, ele resolve complicar a vida de vocês dois fazendo uma série de joguinhos. Entre eles, o preferido/mais usado de todos é o teste das indiretas.
Seja com um tom de brincadeira, ou dando dicas de contato físico, a pessoa passa a dar sinais do interesse amoroso. Por exemplo, tudo é uma desculpa para encostar em você. Seja na sua mão, no seu rosto, no seu cabelo. E, claro, na cintura. Esse contato é bem mais íntimo do que os outros, e é uma excelente dica de que a pessoa está interessada em você.

4. Sentiu minha falta?

A distância supõe saudade, que teoricamente pode fazer com que seu coração se sinta mais afeiçoado a uma determinada pessoa. Sabendo disso, a pessoa apaixonada se afasta de você, para ver se você pisca os olhos e tem uma epifania, pensando coisas como “nossa, que saudades que eu estou dele. Ele foi, e ficou um buraco na minha vida. Ai, será? Acho que eu estou gostando dele”.
Parece um longo caminho a ser percorrido, mas um dos entrevistados pelo estudo admitiu: “Para ver se a nossa relação era forte mesmo, eu fui para o exterior por alguns meses”.

5. Teste do “de coração aberto”

O teste de franqueza é realmente o oposto de tudo que a gente falou até agora. Muito mais popular entre os homens do que entre as mulheres, ele, obviamente, envolve perguntar de uma vez por todas para a pessoa como ela se sente em relação a você, ou falar abertamente sobre si mesmo, na esperança de que o seu interesse amoroso seja correspondido.
Você teria coragem?

6. Teste das fontes

Voltando à realidade, esse é mais um teste de quem come pelas beiradas. Ao invés de ir falar com a pessoa de coração aberto e sem medo de ser feliz, a pessoa apaixonada fica perguntando para outros amigos se eles acham que a pessoa amada pode ter uma queda por ela. Por que será que a gente complica tanto as coisas, né?

7. Colocando em cheque


Esse é mais fácil de explicar pelo exemplo: como uma mulher relatou, “eu intencionalmente o apresentei como meu namorado para minha melhor amiga que veio visitar e, em seguida, fiquei observando como ele reagiu”. Se ele ficar desconfortável e desmentir na hora, fica a dica para você de que ele não está afim. Mas, se ele ficar corado ou envergonhado, pode ser que desse mato saia algum cachorro.

Li aqui

segunda-feira, 9 de junho de 2014

#04 - Coisas que aprendi antes dos 25 - Dedicação nunca é demais

Por que já é a metade de cinquenta e alguma coisa eu devo ter absorvido de todos os socos que levei desta moça chamada vida.

Dedicação nunca é demais



Perdi inúmeros finais de semana em companhia com as pessoas que mais amo me dedicando a uma monografia, trancada em um quarto ou em uma sala, rodeada de inúmeros livros, artigos, leis e periódicos. Finais de semana que terminavam com uma dor de cabeça infernal.
Eu não tinha animo de curtir meus familiares e nem meu namorado e se acaso decidisse passar um dia com eles "descansando" depois sentia um arrependimento mortal "poderia ter escrito seis páginas hoje".
A vida tem dessas coisas... E tem também nota 10 como recompensa.
Na vida familiar, nos seus relacionamentos interpessoais, com próprios seus sonhos, com seu trabalho, seus hobbies... Com sua realização pessoal.
Sem dedicação não há vitória.

domingo, 8 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #02


... encontrar o elevador parado onde você está.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Porque você vive em tons de frieza?



Depois do lançamento da música West Coast, Lana del Rey já lançou duas outras músicas para divulgação do seu novo CD, Ultraviolence. Este promete ser o melhor CD de sua breve e em ascensão carreira.
O lançamento oficial esta para o dia 16 de junho de 2014 e eu já recebi até de alguns sites em que sou cadastrada a pré-venda dele.
Bom, lá no dia 25 de maio (se não me engano) foi divulgada a cansão Shades of Cool. Play:




Shades Of Cool
Meu bebê vive em tons de azul
Olhos azuis e jazz e atitude
Ele vive na Califórnia também
Dirige um Chevy Malibu
E quando ele chama, chama por mim
E não por você
Ele vive para o amor, ama suas drogas
Ama o seu bebê também

Mas não posso consertá-lo, não posso fazê-lo melhor
E não posso fazer nada sobre esse clima estranho

Mas você é inconsertável
Não posso entrar em seu mundo
Porque você vive em tons de frieza
Seu coração é inquebrável

Meu bebê vive em tons de frieza
Coração e mãos frias e aptidão
Ele vive para o amor, para as mulheres também
Eu sou uma das muitas em sua tristeza
E quando ele chama, chama por mim
E não por você
Ele reza por amor, reza por paz
E talvez por um novo alguém

Mas não posso ajudá-lo, não posso fazê-lo melhor
Não posso fazer nada sobre seu temperamento estranho

Porque você é inconsertável
Não posso entrar em seu seu mundo
Porque você vive em tons de frieza
Seu coração é inquebrável

Você é inconsertável
Não posso entrar em seu mundo
Porque você vive em tons de frieza
Seu coração é inquebrável



E ontem foi divulgada a música que tem o mesmo nome que o CD, Ultraviolence. Play:




Ultraviolence
Ele me chamava de EM
Isso era uma sigla para Escuridão Mortal
Porque estava cheia de veneno
Mas abençoada com beleza e raiva
Jim me disse
Que me bateu e era como um beijo
Jim me trouxe de volta
Lembrou-me de quando éramos crianças

Isso é ultraviolência
Ultraviolência
Ultraviolência
Ultraviolência

Posso ouvir sirenes, sirenes
Ele me bateu e era como um beijo
Posso ouvir violinos, violinos
Me dê toda essa ultraviolência

Ele me chamava de veneno
Como se fosse erva venenosa
Poderia ter morrido ali mesmo
Porque ele estava bem ao meu lado
Jim me levantou
Me machucou, mas era como o amor verdadeiro
Jim me ensinou
Que amá-lo nunca foi suficiente

Isso é ultraviolência
Ultraviolência
Ultraviolência
Ultraviolência

Posso ouvir sirenes, sirenes
Ele me bateu e era como um beijo
Posso ouvir violinos, violinos
Me dê toda essa ultraviolência

Podemos voltar para Nova Iorque
Te amar foi muito difícil
Podemos voltar para o combate
O céu não sabe quem somos
O paraíso está na Terra
Farei qualquer coisa por você, baby
Abençoada seja essa união
Chorando lágrimas de ouro, como Adão e Eva

Te amo pela primeira vez
Te amo pela última vez
Sou a princesa, compreenda essas linhas em branco
Porque eu sou sua cantora de jazz
E você é o líder da minha seita
Te amo para sempre
Realmente te amo para sempre

Isso é ultraviolência
Ultraviolência
Ultraviolência
Ultraviolência

Posso ouvir sirenes, sirenes
Ele me bateu e era como um beijo
Posso ouvir violinos, violinos
Me dê toda essa ultraviolência



Eu conheço o trabalho dela antes dela virar febre mundial e a nova estrela das aborrescentes o que não faz eu desgostar nem um pouco de suas cansões. Pelas três músicas que já estão correndo por ai, ela realmente colocou para escanteio os violinos e afins e colocando mais instrumentos "carregados" como guitarra e baixo, que ouve-se mais nitidamente durante as melodias.
Eu achei muito boa estas mudanças porque no fundo ela não mudou a forma de cantar nem saiu do seu estilo, apenas o reinventou.

Esperando ansiosa dia 16.

Um texto sobre gestão empresarial

Como é formado o conselho diretor da Petrobrás?
Ummm, eu tenho a resposta. Mas antes, que tal uma biografia fofa de uma das ex-conselheiras desta empresa mista (pública/privada) onde o governo mete o bedelho a cada cinco minutos.
A menina Dilma teve uma infância feliz em Belo Horizonte, onde nasceu no dia 14 de dezembro de 1947, filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane da Silva. Se lhe perguntavam o que queria ser quando crescesse, tinha a resposta na ponta da língua: bailarina, bombeira ou trapezista. E presidente da República? Nem pensar, porque naquela época o Brasil sequer sonhava em escolher uma mulher para a Presidência.
Dilma adorava andar de bicicleta, subir em árvore e ler as reinações de Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa e dos outros moradores do "Sítio do Picapau Amarelo", de Monteiro Lobato. Gostava ao mesmo tempo de óperas, às quais assistia na companhia do pai, e do seriado do Flash Gordon, que via nas matinês do cine Pathé.
Estudou no Nossa Senhora de Sion, tradicional colégio para meninas, e frequentou o Minas Tênis Clube, ponto de encontro da elite belorizontina. Mas desde cedo aprendeu que o mundo não era cor de rosa. Um outro mundo, de cores tristes, saltava aos olhos sempre que subia o Morro do Papagaio, uma das maiores e mais pobres favelas da cidade, para fazer trabalho voluntário com colegas e freiras do colégio. Ou quando abria a porta de casa para algum mendigo que implorava por um prato de comida.
Certo dia, bateu à porta um menino tão magro e de olhos tão tristes que ela rasgou ao meio a única nota que tinha. Ficou com metade da cédula e deu a outra metade ao menino. Dilma não sabia que meio dinheiro não valia nada. Mas já sabia dividir. Biografia segundo Site Oficial
A-ham, senta lá no banquinho.
Agora, a sua resposta:




Seguinte, vou abordar sucintamente  e talvez fique bem breve (e confuso para quem não conseguir acompanhar) sobre a aquisição da refinaria de Pasadena (gestão empresarial).

O conselho diretor de uma organização tem por objetivo perpetuar a empresa, gerar lucros e se tornar sustentável. Eles defendem os direitos dos acionistas e por isto são escolhidos/votados conforme discriminado no contrato, dado momento em que você adquire um ação desta entidade. No momento da escolha de um novo conselho deve ser levado em conta muitos itens, entre eles: o conselho compreende suas responsabilidades?; compreende os objetivos da empresa?; possuí tempo hábil necessário para se dedicar ao cargo?; o conselho tem o entendimento mínimo para compreender as informações operacionais e financeiras da organização?; entre tantos outros.

Há também conselhos que são "nomeados" por aqueles que se detém como Controladora da organização. Independente de ser nomeado ou votado, é o conselho diretor (composto por quantas pessoas quiser, depende do estipulado em contrato) que da o OK final sobre decisões operacionais e financeiras da empresa. Não há como medidas serem tomadas sem o aval do conselho diretor. Eles são os detentores do poder de decisão enquanto estiverem lá.

CEO, diretor executivo, diretor geral ou chefe executivo de ofício é o cargo que esta no topo da hierarquia operacional. Todos os outros cargos e executivos prestam contas ao CEO. O CEO, por sua vez, tem por obrigação executar as diretrizes propostas pelo conselho administrativo (o conselho diretor).

Quando um CEO tem uma grande ideia para inovar o negócio ou expandi-lo, o mesmo deve apresentar tal proposta ao conselho administrativo e este deve estar de acordo com tal decisão para, AÍ ENTÃO, ser tomada as medidas para buscar o objetivo. Compreendido até aqui? Certo.

Agora vou jogar uma pergunta no ar, assim, entrou em um ouvido e saiu no outro: 
  • Como um participante do conselho administrativo de uma grande empresa diz que não estava apar do conteúdo total do que estava assinando?
Ou melhor, reformulando:
  • Como um conselho administrativo é "ludibriado" com clausulas omitidas no momento da apresentação do seu CEO referente a aquisição de uma refinaria?

Olha, eu não participo de nenhum conselho diretor e muito menos sou uma CEO, acontece que tudo que é lido e concordado, é assinado. Na minha leiguice do mundo executivo não há como eu ler um contrato, concordar com o mesmo, assinar e depois da aquisição é outro contrato com duas clausulas a mais (com as assinaturas pertinentes lá na última página, bem bonitinho).

Bom, cada um possui sua opinião sobre o tema.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Pequenas Satisfações #01

Bom dia Pessoal!
Zanzando por ai achei um Tumblr muito legal que ilustra nossas pequenas satisfações diárias. Gostei tanto que toda quinta-feira e domingo terá um novo aqui.
Assim como o #Antesdos25anos , o #PequenasSatisfações também terminará em Novembro porque, me identifiquei com 99,99% das ilustrações deste artista e como a ideia do "Coisas que aprendi antes dos 25" é meio que uma reflexão sobre os meus aprendizados e acredito que da grande maioria também; nos fará enxergar mais os pequenos detalhes comportamentais (que nos fazem bem ou mal) e os detalhes da vida (que nos fazem progredir ou regredir).

... fazer xixi.



quarta-feira, 4 de junho de 2014

A última vez que eu tentei ser meiga falei: Não tá vendo que agora eu sou meiga, porra!



Certa noite andando de carro junto com meu namorado ele me disse a seguinte frase: Você é mulher machinho - huum.
Pensa comigo: Normalmente a feminilidade proposta pela sociedade é de uma mulher submissa, sempre de vestido ou saia, meio tapada ou não tanto teimosa sobre alguns assuntos específicos e ser uma Barbie em pessoa (impecável 110% do dia). Então, vamos aos fatos:

  • De submissão estou longe de ser o ideal. Aquela coisa de acatar tudo que seu parceiro fala só porque é ele quem esta "falando", algo do tipo "o que digo são as verdades do mundo" não cola comigo. Pode ter dado certo com outras pessoas, épocas, mentalidades, amizades e afins. Se esta errado, esta errado. Se discordo, eu discordo porra! Eu tenho este direito, certo?
  • Já leiguice é muito relativo. Se você colocar uma pessoa boa em matemática para fazer uma análise comportamental de um indivíduo é óbvio que será um completo desastre, o que não quer dizer que esta pessoa foda em matemática seja burra. Ela só é boa em matemática e não em psicanálise, entendeu a diferença? Muitos são ótimos em fazer algumas atividades e péssimos em outras, da mesma forma sobre certo assuntos e temas. Agora, tudo isso é muito diferente quando pessoa chega a estar em um estágio terminal de burrice. Mulher por acaso tem que parecer idiota ou "menos inteligente" que o homem que a acompanha para ser considerada "feminina"? Não né.
  • Dai, chegamos a um ponto em que eu particularmente não sei aonde me encaixo. Eu gosto de me arrumar, de vestir aquelas roupas mais elegante e "feminina" mas, calma lá, tenho que sair como uma boneca até para ir na esquina? E os dias que eu estiver a fim de usar rabo de cavalo, minha blusa preferida do CTG, jeans e coturno? Ou minhas blusas da Chico Rei do Zombeatles, Drogas do Prazer ou até do Marcelito ?! Tenho sempre que estar com o cabelo escovado e com no mínimo uma base na cara e pó compacto? Neeeeeem, esta não é a Carol, sinto muito.
Se feminilidade é sinônimo de não poder ser cara lavada quando quiser então sim, sou mulher machinho.
Se feminilidade é dizer "sim senhor" a tudo o que é dito a você então sim, sou mulher machinho.
Se feminilidade é fazer tipo burra então sim, sou mulher machinho.

Eu e meu namorado estamos juntos a mais de três anos (é gente, já faz um tempo) e no mínimo ele conhece 10% desta pessoa que o acompanha em seus dias e noites. Sabe que tempo é escasso e que a rotina cansa qualquer casal mas, se eles (homens) querem estar junto de verdade (com vocês, cara leitoras) não será isso que sucumbirá o relacionamento. Que eu posso não ser um poço de meiguice mas, quando demonstro amor e carinho eles são verídicos e sentidos com tamanha intensidade que (por defeito de fábrica) a minha forma de expressar não revela nem metade do tamanho dos meus sentimentos.
Irei sair como uma boneca quando eu quiser, me maquiar quando der vontade, passar uma chapinha no cabelo só para ele ficar liso (ainda mais) quando eu estiver com paciência e não querer fazer isto de vez em quando não me torna menos feminina. 

Estou sendo eu. Eu! E no fim, a mulher machinho esta mais pra um elogio, YEAH!
Não faço parte do rol das mulheres e projetos em ascensão que acham que o mundo gira ao seu redor. Que acham devem impressionar, sempre! Se não forem percebidas no ambiente ficam demasiadamente chateadas e encabuladas. Que acham que sabem alguma coisa da vida sem nunca terem pago pelas suas próprias responsabilidades ...

Eu faço parte daquele grupo que se destaca na multidão pelos seus feitos, pela capacidade real, pelo empenho e dedicação a todas coisas que faço. Estou e sou a mulher que sempre projetei para o meu futuro e estou chegando lá. 
E estar algumas noites só o pó da gaita ou cansada demais para sair e preferir uma cama, cobertor e um livro não me faz menos mulher. Quando eu quiser vou sair como uma Hilda Furação e quando eu quiser vou sair com um short, blusa, rasteirinha no pé e com uma longneck na mão.

Obs.: A frase do título desta postagem, segundo o Tumblr que copiei era da Tati Bernardi.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

#03 - Coisas que aprendi antes dos 25 - Os pensamentos hipotéticos revelam muito sobre seus anseios futuros

Por que já é a metade de cinquenta e alguma coisa eu devo ter absorvido de todos os socos que levei desta moça chamada vida.

Os pensamentos hipotéticos revelam muito sobre seus anseios futuros




Pode ser sobre onde deseja morar, o curso que pretende fazer, as atitudes que quer tomar, tudo, absolutamente tudo que passar por sua cabeça hipoteticamente revela uma ansiedade profunda para isso se realizar. 
Nossos pensamentos são traiçoeiros e ao contrário de nós, não mentem e não fingem.