sexta-feira, 31 de julho de 2015

Julho bye bye

Pois galera, julho esta dando tchau e estaremos oficialmente [para mim] na metade para o fim do ano! Bate um desespero, não bate?
Quando ultrapasso este mês eu começo a refletir sobre as minhas conquistas do ano ou sobre o que eu tinha planejado e não cheguei nem perto. Uma mistura de frustração com uma pitada de alegria. Mais frustração talvez porque com a finalização deste mês aproxima-se [novamente] o meu aniversário, e como já estão cansados de saber a minha relação com esta data não são das melhores.
Uns dias atrás li a publicação de uma conhecida no face e o sentimento dela para com esta situação é muito parecida com a minha - estou saindo dos 20 e poucos e entrando na referencia "perto dos 30" - e isto é amedrontador.
Não pela idade em si ou pelas cobranças da sociedade em cima da mulher que se aproxima dos 30, o que na verdade já é bem chato de se passar, mas refiro-me a nossa reflexão pessoal. A boa e velha "o que estou fazendo da minha vida", frase escrita por esta colega que quando li surgiu em mim uma empatia do tamanho do mundo. Ela escreveu exatamente o que eu me pego martelando sozinha em minha cabeça. 
São por estes detalhes que começo a ter pressa. Pressa em concluir a minha pós, pressa em poder ter tempo para me dedicar mais ao inglês, pressa em aprender coisas novas na minha área de trabalho, pressa em ser uma megafucker boa profissional, pressa em ter a desenvoltura satisfatória que procuro, pressa em ter meu canto, pressa em ter aquela segurança que te faz abrir as asas e voar longe do seu porto seguro.
Eu não sou dependente financeiramente dos meus pais a muitos [longos] anos, mesmo assim ainda moro com eles pois grande parte do meu salário vai em estudos, cursos e coisas particulares. Na verdade uma grande parte vai para estudos porque meus pais enraizaram muito bem na minha cabeça que eu só poderia crescer na vida se tivesse estudo, e principalmente, se nunca parasse de estudar. Então nesta mania de não me ver parada me pego olhando novos cursos de MBA, especialização, extensão, cursos mais práticos de curta duração ou pós-graduação Lato Sensu SEM NEM TER CONCLUÍDO o MBA faço na Fundação Getúlio Vargas.

Chego a pensar que isto pode ser um problema, psicológico, sei lá.


O som é Come Together dos The Beatles, fechando também com chave de ouro este mês dedicado ao ROCK. Para quem chegou agora, vamos rever os post desta humilde página sobre o assunto?





LORDE - Everybody Wants To Rule The World 

já ouviu Within Temptation? 

Avenged Sevenfold para começar 2014 com o pé SUPER direito 

eu fui no show do Black Sabbath e Megadeth!

Judas Priest e Whitesnake 15/09/2011 !!

Experiência Monsters Of Rock

Blank Space, som pesado (oi?)

i thirst

The Devil in I

terça-feira, 28 de julho de 2015

Café ou chá?

Para vocês, que como eu, se entopem de café durante o dia e a noite. Será que existe algum estudo científico sobre a proporção de café que uma pessoa bebe quando mexe com números? Vou falar uma verdade, todos os meus professores da faculdade - TODOS - eram bebedores de café compulsivos. É muito café para uma profissão só.Todos os profissionais que atuam nesta área que tive a oportunidade de trabalhar junto, seja em uma empresa, seja na pós graduação também não dispensavam um bom copo de café. 
Além do café, eu adoro chá e beberia muito mais se na empresa em que trabalho tivesse uma garrafa térmica só para água quente. A preguiça de ter que descer para esquentar água e então fazer o meu chá faz com que eu opte sempre pelo café. A mesma ideia do chá, considere para o chimarrão.
Eu faço tranquilamente chimarrão em casa, mas como o processo é um pouquinho demorado para faze-lo no escritório - até porque a cozinha não fica no mesmo andar em que trabalho - fica um tanto chato prepara-lo pela demora. As situações me levam ao café.
Detalhe, café sem açúcar. Huuuuuuuuuuuuum.
Então, zanzando pela net achei este comparativo sobre café e chá e assim desencanarmos de vez de qual é o melhor. 

Eu ainda prefiro café. E chá. E chimarrão.


domingo, 19 de julho de 2015

A louca

Vocês já ouviram falar desta música?


Ela é da Manuela Tecchio e ela esta em uma entrevista muuuito legal no site Enredo Conteúdo Criativo e como eu gostei absurdos desta matéria, resolvi republica-la para vocês. O texto é de Paula Guimarães
"Puta" está entre os termos mais usados para xingar mulheres que fazem uso do seu direito sexual - esse situado no campo dos direitos humanos. Assim como os similares vadia e vagabunda, só tem cunho sexual quando flexionado no gênero feminino. O interessante é que o "xingamento" serve também para atingir o homem, a diferença é que esse é sempre a vítima da puta: o filho ou o parceiro traído, o corno. Ainda que usado como referência às profissionais do sexo, não se sustenta como xingamento, se analisarmos que parcela da sociedade que utiliza o serviço não é julgada da mesma forma pejorativa.

A língua portuguesa só confirma que, passados quase dois séculos dos primeiros sinais do movimento feminista, as mulheres ainda vivem sob o jugo de uma moral discriminatória. “O cara é o pegador, a mulher é puta, é promíscua. Por que os homens podem ter várias experiências sexuais e a mulher não? É bizarro ter que lidar com isso em 2015”, afirma Manuela Tecchio, estudante de jornalismo da UFSC, que ficou conhecida no país pela composição “A louca”, de conteúdo feminista.

Nunca se falou tanto de sexo e, ao mesmo tempo, a mulher ainda é taxada por gozar de sua sexualidade. Esse paradoxo que Manuela chama de “tragicomédia”, a inspirou na composição da música que usa da ironia para escrachar o preconceito contra as mulheres que desobedecem ou contestam as normas do patriarcado. “Ouça bem mulher, mude logo sua conduta, que essa moda feminista, é um jeito chique de ser puta”, diz o refrão.

Integrante do coletivo Jornalismo sem Machismo criado no ano passado por estudantes do curso, Manuela começou a se envolver com a música aos dez anos. Na letra, a cantora traz as várias faces do machismo, aquele do dia a dia, que de tão comum, torna-se invisível. Nada é ficção, cada trecho trata de uma realidade vivida por colegas em diferentes situações.

Enquanto muitos elogiaram a canção, alguns colegas que não se propuseram a reformar o pensamento se distanciaram. Entre os homens dispostos a discutir a questão de gênero, alguns tropeçaram nos primeiros hábitos do cotidiano. Questionar a tradicional cantada de rua soou como exagero, afinal mulher bonita tem esse “merecimento”. “Se incomoda a mulher, é porque não está certo. A gente é que está vivendo isso e sabe o que significa”, conta.

Foto de Ana Lucena e Paula Guimarães
A mulher como isca
Mulheres seminuas fazem a combinação perfeita com futebol em comerciais de cerveja. Sensualizadas em situações distintas, cumprem bom papel também como recepcionistas, garçonetes, massagistas, dançarinas. “A mulher é usada como um produto, é isca de mercado”, afirma.
                                                                                                      
E na sala de aula não é diferente. No telejornalismo, por exemplo, exige-se um padrão estético “agressivo” das mulheres. De acordo com a estudante, a profissão é machista, centrada em características masculinas, e o curso reflete isso no assédio moral, considerado por ela “muito invasivo”. “’Coloca uma foto de uma gostosa na diagramação da página', disse um professor certa vez a uma aluna", conta. 

Também na vida em sociedade, a mulher tem que correr atrás de um modelo: loira, alta, cabelos lisos, olhos claros e classe média. “Um percentual muito baixo da população mundial se encaixa nisso, é cansativa a busca por esse padrão inatingível. Estamos sempre caminhando pra ele, quando na verdade, a única coisa que você pode ser é quem você é”, opina.

O feminismo para Manuela é um exercício diário para desenraizar pensamentos e costumes tão bem fundamentados por uma sociedade que ainda acredita que lugar de mulher é na cozinha. Ela conta que a patrulha pelos padrões estético e comportamental ocorre também entre mulheres. “Olha como a tal engordou, fulana é bem vagabunda. Muitas vezes competimos, ao invés de empoderar e dar espaço”, revela.

O preconceito e a resistência ao movimento se justificam pela opressão silenciada e, quando sutil, ainda mais perigosa. “O gênero é socialmente construído, desde quando nascemos recebemos uma roupinha de acordo com a genitália. Somos oprimidas desde o útero, porque menina dá trabalho. A gente é isso: dá trabalho”, assinala.

Coletivo Jornalismo sem Machismo
A organização é um espaço para as estudantes desabafarem e se protegeram da discriminação. Entre as pautas está a inserção de mais palestrantes mulheres na Semana do Jornalismo e desconstrução do trote, que vê graça em brincadeiras homofóbicas e machistas. 

A consciência de ser feminista se afirmou com a participação no coletivo, que também promove encontros de formação. “Feminista é quem acredita na igualdade social, política e econômica entre homens e mulheres. Lutamos para conter a opressão que nos é comum”, define.


Para ouvir "A Louca"

A Louca
Ando cansado dessa moça
Que agora deu pra reclamar
T'achando ruim lavar a louça
E ainda quer se sustentar

Ela t'achando que eu sou trouxa
Se namorando no espelho
De roupa que não cobre as coxas
Sorrindo de batom vermelho

[REF]
Ouça bem, mulher
Mude logo sua conduta

Que essa moda feminista
É um jeito chique de ser puta

Elogiar quando ela passa
Agora é coisa de malandro
Desse jeito não tem graça
Você já tá exagerando!

Quando ela sai de casa
Não tem mais hora pra voltar
Vou ter que cortar as asas
Pela honra do meu lar

[REF]
Ela quer dar
Ela quer dar no pé
Quem te deu esse direito, moça?
Quem você pensa que é?

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Acontecimentos rock

Bom, que eu fui no show do Black Sabbath vocês já estão cansados de saber. Mas, vocês sabiam que um casal amigos meus casaram no show?

Pois é, este assunto deu pano para manga e rendeu muitas matérias online. Vamos lá!



Programa Patrola
O Patrola é um programa da RBS TV RS bem descolado e jovem. Ao saber da peripécia dos meus amigos do qual sou madrinha de casamento, eles ligaram atrás para saber mais sobre esta ideia.

Casamentos com a “cara dos noivos” não é fácil de encontrar. Na maioria das vezes, os noivos optam pelo tradicional: igreja, vestido branco e flores. Porém, o site do Patrola conversou com a Gloria Akemi (23) que decidiu sair do padrão e casar do jeito que ela e o noivo mais se identificam.
A paranaense fez tudo diferente desde o pedido de casamento, que ela fez ao gaúcho Thiony Trentin (26), há cerca de seis meses, até a escolha do local para a troca das alianças. Apesar do show só acontecer em outubro, o casamento no civil será realizado nesta terça-feira (17).
Para unir o amor que um sente pelo outro e pelo rock, os dois viram a oportunidade de oficializar a união durante o show do Black Sabbath em Porto Alegre, no dia nove de outubro deste ano.

Não é fácil fazer as coisas como você gosta sem receber uma crítica descabida, e não foi diferente com eles. "Recebemos muitas críticas e até ouvimos que éramos adoradores do demônio". Vê se tem cabimento ?!
Bom, como madrinha, eu sai na fita também. MÃE, OLHA EU NO SITE DA GLOBO!

A amiga Caroline, que estará no show prestigiando a noiva e cumprindo seu papel de madrinha, contou que as duas conversam sobre o casamento e trocam dicas pelas redes sociais. Segundo ela, as madrinhas usarão camisetas ou corpetes vermelhos na ocasião.
- Eu já imaginava que ela ia inventar algo assim por ser bem espevitada e os dois adoram rock. Eu acho legal fazer um casamento diferente como o deles, mas mesmo gostando das músicas, não teria essa empolgação que eles têm – conta Caroline Redlich.

Revista Rolling Stones
Sem comentários né amigos.
Gloria Akemi, 23 anos, e Thiony Trentin, 26, viajaram 2,6 mil quilômetros, da cidade de Luís Eduardo Magalhães, Bahia, até Porto Alegre. A ideia não é apenas assistir ao show do Black Sabbath no estacionamento da Fiergs: eles irão se casar ao som da banda precursora do heavy metal. Gloria e Thiony irão fazer de tudo para chamar a atenção de Ozzy Osbourne e serem chamados ao palco.
Se a banda não atender ao pedido, eles irão trocar alianças durante o clássico "Paranoid", que tem fechado os shows da turnê. O casal já oficializou a união no civil e, no local do show, está cercado por amigos que irão celebrar ao lado deles o "casamento do metal".
Teve muitos outros sites que colocaram também matérias, mas como o bom e velho jornalismo brasileiro CTRL C + CRTL V.
Mas saiu também no G1Terra e Wiplash. Obviamente replicada em inúmeros outros sites pequenos.
Em outubro deste ano fará dois anos deste peripécia, eles estão juntos e felizes, união rocks  :D

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Losing My Religion


I think I thought I saw you try
But that was just a dream
(try... cry... why... try)
That was just a dream, just a dream,
just a dream, dream...


[VOCÊ SABIA]

Que hoje é o dia do Rock e que esta data é comemorada só no Brasil? Que quem instigou esta data a ser o dia do Rock foram duas rádios braseileiras especializadas neste estilo musical? Pois bem, leiam  :D

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época. Entre os participantes, estavam The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.
Os shows foram transmitidos ao vivo pela BBC para diversos países e abriram os olhos do mundo para a miséria no continente africano.
Em 2005, 20 anos depois do primeiro evento, Bob Geldof organizou o Live 8, uma nova edição com estrutura maior e shows em mais países. Dessa vez o objetivo foi pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo. No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd se reuniu em sua formação clássica pela primeira vez depois de 20 anos de separação.
Apesar de se chamar "Dia Mundial do Rock", a data só é comemorada no Brasil. Ela começou a ser celebrada em meados dos anos 1990, quando duas rádios paulistanas especializadas em rock - 89 FM e 97 FM - começaram a mencionar a data em sua programação. A celebração foi amplamente aceita pelos ouvintes e, em poucos anos, passou a ser popular em todo o país. Entretanto, essa data é completamente ignorada em todo o resto do mundo.
Outros países e localidades não têm uma data específica para celebrar esse estilo musical ou têm outras datas. Nos EUA, poucas pessoas comemoram a data no dia 9 de julho, em homenagem ao programa "American Bandstand, de Dick Clark, que estreou nessa data. O programa ajudou a popularizar o rock and roll nos EUA.
Por ser uma data definida arbitrariamente e sem respaldo em outros países, especialistas em música contestam essa escolha. Eles sugerem outras datas que seriam mais significativas para a história do rock e que, portanto, mereceriam ser o verdadeiro Dia do Rock. Entre elas, estão o dia 5 de julho, quando, em 1954, Elvis Presley gravou uma versão mais rápida do blues That's All Right e 9 de fevereiro, quando, em 1964, a banda The Beatles se apresentou pela primeira vez nos EUA.
Fonte Wikipedia

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Mês de Frida



Única e intensa, Frida Kahlo pode ser considerada uma mulher a frente de seu tempo e cheia de vida – mesmo com todas as dificuldades que precisou enfrentar, desde doenças a traições – e se tornou, ao longo dos anos e até depois de sua morte, um ícone das artes e do universo feminino.
Frida Kahlo nasceu Magdalena del Carmen Frida Kahlo Calderón em 6 de julho de 1907 e morreu em 13 de julho de 1954. Quando criança, a poliomelite deformou sua perna e pé direitos, amputados anos mais tarde.
“Por eu ser jovem”, ela disse, “o infortúnio não assumiu o caráter de tragédia: eu sentia que tinha energias suficientes para fazer qualquer coisa em vez de estudar para virar médica. E, sem prestar muita atenção, comecei a pintar.”
Ficou com sequelas pra vida toda de um grave acidente sofrido aos 18 anos. Teve três abortos, foi traída diversas vezes pelo marido, o consagrado pintor mexicano Diego Rivera, 21 anos mais velho. Ele inclusive teve um caso com a irmã dela Cristina.
Mesmo com a fragilidade do seu corpo e saúde, Frida teve uma vida intensa, rica e produtiva. É uma das mulheres mais importantes e revolucionárias do mundo. Listamos (apenas) cinco fatos que provam isso.

É uma artista genial
As imagens surreais, saídas de sonhos, sentimentos, pintadas em cores vibrantes nos transportam ao universo de Frida. Produziu mais de 200 obras, entre autorretratos, retrato de familiares, natureza morta. “Eu pinto a minha realidade”, dizia. Fez parte da vanguarda surrealista, ao lado de Pablo Picasso, Marcel Duchamp, André Breton.

Quebrou tabus na sua época
Bissexual, ativista política, comunista, transgressora, teve romance com mulheres e homens; o mais famoso deles foi com Leon Trotsky. Virou símbolo do feminismo. Foi filiada ao Partido Comunista Mexicano e participou da luta de trabalhadores mexicanos.

Casou com o mesmo homem duas vezes
A paixão pelo marido, Diego Rivera, foi tanta eles se casaram duas vezes, em 1929 e 1940. Eles se conheceram quando ela tinha 21 anos.

Não ligava pra padrões
Gostava de se vestir como homem quando era adolescente, escandalizando a conservadora sociedade mexicana da época; usava sobrancelhas grossas, bigode, terno e gravata. Adotou a estética da cultura mexicana, usando roupas e acessórios coloridos, estampas tropicais, grandes argolas e brincos, guirlanda de flores na cabeça.

‘Alma do México’
É assim chamada porque o povo mexicano vê no sofrimento dela o seu próprio. Para muitos mexicanos, a arte de Frida representa a luta do México contra a violência e busca de identidade.

Em 2012, A Vogue México deixou de lado as modelos para sua capa de novembro e estampou a publicação com ninguém menos que a pintora Frida Kahlo (1907-1954). Quase 60 anos após a morte da artista mexicana, com imagem feita pelo fotógrafo Nickolas Muray, Frida estampa pela primeira vez a capa de uma revista de moda.

Frida escreveu pela última vez em seu diário: "Espero a partida com alegria... e espero nunca mais voltar... Frida."

Fontes

quarta-feira, 8 de julho de 2015

True Detective [2]



Eu já fiz alguns post sobre esta série. Apresentei sua música de abertura, sua trama e os comentários sobre a segunda temporada. Pois bem, aos que amam sentar na frente da Sky e acompanhar séries boas (não serei filha da p*** em dar spoiler, relaxa) iniciou já a segunda temporada de True Detective e esta muito foda bom :)

Se você não assistiu a primeira temporada, relaxa², porque a sequencia não tem nenhuma relação com a primeira. Mas se você esta curioso sobre o assunto da primeira temporada que cravou a necessidade de dar continuidade a esta série é só clicar abaixo. O assunto principal é: serial killer.

[Vício chamado Séries HBO!]


[True Detective]

 

Sinopse:



Tudo começa com a morte de um político e não é qualquer morte, é um assassinato meio bizarro. Devido a sua influencia e acontecimentos recentes, este fato muda a vida de muitos da cidade industrial de Vinci. Tudo se passa na Califórnia.
Para investigar este caso que envolve muito mais do que um cadáver e um culpado, temos jogos políticos, comerciais, conspiração e traições; juntam-se: 
  • um policial rodoviário, ex-soldado que esta na cara que tem problemas sérios com o período que serviu ao exército, e muito bonito por sinal; 
  • um detetive de Vinci que esta longe de ser um exemplo de pessoa. Corrupto, perturbado por eventos do passado e alcoólatra, ele da um charme e um Q a mais nos fazendo questionar "e se você com sua família, não faria a mesma coisa?";
  • uma detetive de Ventura (cidade viziinha). Cheia de marra, correta e do tipo que ninguém se mete a besta com ela, também possui um passado não muito claro e as brechas deixadas fica bem notório que não foi nada legal. Viveu quando criança em uma comunidade meio riponga com os pais, ela e mais quatro crianças.
  • E paralelamente, um criminoso das antigas que esta para perder tudo no momento que decide montar um negócio legítimo com o político que do nada é morto.
A trama expõe nitidamente que todos tem demônios do passado que os amedrontam, questões mal resolvidas, situações bizarras e traumáticas. Junta tudo isto, o que já da uma bomba bem interessante, com a morte de uma pessoa do meio político que também tinha uma segunda vida paralela aquela exposta a sociedade.
Com certeza tem muito que ser desvendado nesta segunda temporada.

Colin Farrell é Ray Velcoro, o detetive corrupto de Vinci. Rachel McAdams é Ani Bezzerides, detetive de Ventura County Sheriff. Taylor Kitsch interpreta Paul Woodrugh, o veterano de guerra e policial rodoviário que patrulha a Rodovia da Califórnia. Vince Vaughn será Frank Semyon, o criminoso que estava começando uma vida mais "correta".

Vamos a música de abertura. 
Inicialmente foi divulgado este vídeo promo, do qual eu e outras tantas pessoas acharam que seria a música de abertura. Não muito boa quanto a da primeira temporada MAS, estava no clima. Música The Only Thing Worth Fighting For de Lera Lynn


Então todos nós imaginamos esta música com uma explosão de imagens inspiradoras que faz você entrar no clima. Igual a primeira temporada. Vamos relembrar? Música Far from any road, do duo The Handsome Family


Mas então somos recepcionados com esta música e com esta abertura abaixo. Música Nevermind, de Leonard Cohen.


Então ficamos meio perdidos.  Mesmo com esta sensação de que faltou alguma coisa alí, fui pesquisar sobre esta abertura e foi AÍ que as coisas ficaram claras.

O negócio da letra da música é que exatamente como se fosse um assassino falando. Na letra ele vai dizendo coisas como "A guerra está perdida... O tratado Assinado... Eu não fui pego... Eu cruzei a linha... Embora muitos tentaram... Eu vivo no meio de vocês... Bem disfarçado... Eu tive que deixar... Minha vida para trás... Eu cavei algumas sepulturas... Que você jamais vai achar... A história contada... Com fatos e mentiras... Eu tenho um nome... Mas não importa...".

Daí se você pegar a letra e olhar as imagens que são mostradas nela exatamente no momento em que elas são faladas, aí sim a coisa parece sincronizada. Por mais que não seja muito melódica a coisa, a sincronia fica não nas batidas da música, mas sim nas falas. Isso também faz começar a se suspeitar de alguns personagens. Fonte

E aí, ficou curioso? Quer acompanhar mais de perto? Então corre que esta passando na HBO e já passou apenas 3 episódios, da tempo de recuperar ainda o tempo perdido.
Tem também Instagram do True Detective e página no Facebook. Segue e curte para ter notícias de primeira mão. Não esquecem de seguir também meu Instagram CBREDLICH

Extra:
Eram cinco crianças na comunidade. Duas estão presas, duas cometeram suicídio e a quinta virou detetive. Será que tem muita coisa a ser explorada?

domingo, 5 de julho de 2015

Shows que eu AINDA pretendo ir



Continuando com o mês do rock.

Muitas pessoas possuem listas do que querem comprar, dos objetivos que pretendem atingir, dos cursos que quer fazer e até lugares que pretende conhecer. Além das minhas listinhas anuais de objetivos para os dias que se iniciam, eu tenho a lista dos shows que quero, a todo custo, um dia ver.
Fora estas duas lista, eu evito-as. Ou tento.
Vamos lá!
  1. Pearl Jam - na verdade este show esta mais alcançável pois eles tocarão em Brasília (êEêêÊêêê!!). Será dia 17 de novembro no Estádio Mané Garrincha, aquele construido na capital do Brasil, uma capital que não assiste futebol (sic). Dinheiro jogado fora. O ÚNICO lado bom é que agora eu tenho um estádio que comporta grandes shows a 450 km da minha casa, isto é ali na esquina para nós *___*   Para comprar ingressos acesse AQUI. Você terá quatro opções de ingressos, é claro que o único que vale a pena em um show grande é a pista premium. Qualquer outra opção você verá formiguinhas no palco, estará ao lado do pipoqueiro e terá a sensação de estar assistindo ao show pela TV porque você não tira os olhos do telão. Preço Premium R$325,00 MEIA ENTRADA.
  2. AC/DC - depois de assistir Black Sabbath, eu tenho esperança para tudo e para todas as bandas dinossauros. Apesar de não divulgarem ainda uma grande turnê para o novo trabalho, aguardo ansiosamente e espero passarem por DF ou em outra capital que valha a pena ir, tirando Rio e São Paulo porque lá é tudo muito longe e sou medrosa para grandes metrópoles. Falei.
  3. Scorpions - é a mesma temática do item 3.
  4. Rihanna - "mas Rihanna não é rock Carol", FODA-SE, eu gosto da música dela e aquela vadia não marcou nenhum outro show no Brasil além do RIR2015. Bitch.
  5. Katy Perry - da vontade de comer ela literalmente, é muito fofinha :) Fará um show em Curitiba mas já esta esgotado, ao menos os locais que compensam ir.
  6. Radiohead - sem previsão de show no Brasil. A última notícia deles é que foram procurados pelo Lolapalooza 2015 para serem o carro chefe do festival e deram um sonoro nãozinho.
  7. The Strokes - sem sombra de show também.
  8. Coldplay - Com a conversa ficando séria de que o sétimo CD da banda será o de encerramento e o último trabalho já sendo gravado, foi confirmado que eles farão uma grande turnê mundial de "despedida". Segundo os sites, passarão pelo Brasil SIM. Por enquanto nada confirmado e o jeito é esperar. Pa-re-ce que será no ano que vem esta possível apresentação da banda aqui. Acendendo velas também para não ficarem apenas com show no Rio e São Paulo. Né.
  9. KISS - Kiss é Kiss e eu perdi a oportunidade de vê-los em DF neste ano. Chora Carol. Foi no mês de abril e não tinha condições de eu conseguir ir ao evento. Abril para contadores não é coisa de Deus. Enfim, aguardo uma próxima oportunidade.
  10. SOAD -
    Sem mais. Eles tocarão novamente do RIR e até o momento não vi nenhum show marcado em outra capital fora o Rio.
  11. Motorhead - depois de rir diabolicamente do casal de super amigos meus que foram ao Monsters e não conseguiram ver o grande Lemmy cantando (show cancelado de última hora por estar doente), aguardo ansiosamente outra aparição dos top das galáxias do heavy metal.
  12. John Mayer - daqueles shows que se pudesse levava uma garrafa de vinho e um banquinho. Sentaria e beberia a noite inteira ao som.
  13. Beyoncé - grande espetáculo? SIM!
  14. Zé Ramalho - um dos poucos cantores brasileiros que tiro o chapéu.
  15. Evanescence - marcou a aborrecencia, eu quero ter a oportunidade de vê-la ao vivo.
  16. Bon Jovi - não tem como gostar de rock e não curtir Bon Jovi. Versos apelativos ao romanticismo com guitarra? Estamos ai!
  17. Aerosmith - o que é o Steven Tylor? HAHAHA.
  18. Iron Maiden - Depois do susto da doença de Bruce, estou mais eufórica em ter a oportunidade de vê-los ao vivo. Esta rolando muitas matérias de que está sendo negociado SIM Iron em POA no ano que vem. Esperando mais informações.
  19. Rammstein - Banda alemã que eu tiro o chapéu. Faz muitos anos desde o último show deles no Brasil e nem a sombra de um retorno ainda.
  20. Muse - eu adoro o trabalho deles, já tem shows marcados no Brasil mas apenas no Rio e São Paulo :(
Se eu fizesse uma lista completa de todas as bandas e artistas que gostaria muito de assiti-los, a lista ficaria enorme. Por isto resolvi fazer uma de apenas 20 bandas e cantores sem me prender espeficicamente a um genero.
Isso aê

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Megadeth

Já que este mês é O MÊS do rock, estilo musical do qual amo muito, resolvi escrever mais sobre as minhas experiências indo à shows. Confesso que não foram muitos mas todos foram para lá de incríveis.

Eu já tive o prazer de assistir ao show do Megadeth.
Mas quando, onde, em que ano?
Vamos com calma.


Megadeth acompanhou a megafucker turnê do Black Sabbath em 2013 do qual eu me vanglorio até hoje de ter tido a oportunidade de assistir. Palhaçada? É um pouco, mas o que é que tem? Deixa a criança ser feliz POHA.
Quando você cresce ao som de uma banda que já não existe mais (pelos palcos) a sensação é de ter perdido uma parte muito importante da trilha sonora da sua vida. Então quando Black Sabbath reativou o site oficial da banda com a programação de uma grande notícia a ser lançada em uma sexta-feira 13, eu esperei ansiosamente cada segundo daquele cronometro idiota zerar para ver o que eu já imagina: Novos trabalhos e uma Turnê Mundial.

Ok, pensei. Muito legal mas não verei eles. Snif.

Isto foi em 2011. Muita água passou debaixo da ponte e em outubro de 2013 eu estava em Porto Alegre para assistir este grande espetáculo que foi aberto por nada mais e nada menos que Megadeth.
Vamos a algumas ponderações:
  1. Eu não sou fã do Megadeth;
  2. Eu não pagaria para ir a um show exclusivamente deles;
  3. Mas as duas opções acima não fazem de mim uma pessoa acéfala ao ponto de não poder curtir o som deles;
  4. Se eu conhecer umas cinco músicas deles, é muito.
Dito isto, deixo claro que não vou falar mal da banda. Apenas não faz parte das minhas favoritas mas não vou mentir, o show foi muito bom apesar de não estar familiarizada com seus trabalhos.
O show foi aberto com os clássicos "Hangar 18", "Wake Up Dead" e "In My Darkest Hour" que fez a galera animar. Na verdade a banda fez um repertório cheio de clássicos e tocou uma das poucas músicas que eu conheço, hahaha, a Symphony Of Destruction.

Dave não circulava muito pelo palco e falou muito pouco com a plateia o que fez eu ficar #chateada. Depois de assistir dois shows de bandas antigas onde os caras faltam chamar alguém do público para sentar no seu colo e receber um chamego, esta personalidade me deixou murcha. Depois de algumas pesquisas e conversas com alguns amigos descobri que este é o Dave Mustaine. É a forma que ele se apresenta e muitos acharam ele até simpático na apresentação de POA. Imagino como deve ser quando esta de mal humor.

Vamos as músicas tocadas, além das citadas acima:
  • She-wolf
  • Sweating Bullets
  • Super Collider
  • Kingmaker
  • Tornado Of Souls
  • Holy Wars... The Punishment Due
  • Silent Scorn
  • My Way
  • Peace Sells
  • Tornado os souls
  • Holy wars
Para comprovar a simpatia de Dave em Porto Alegre, segue um trecho da matéria que saiu na Rolling Stone Brasil:

Fazendo a abertura, o Megadeth primou por ser conciso. Em um show curto, eficiente e energético, o grupo liderado por Dave Mustaine ignorou quase completamente os discos recentes, concentrando esforços nos clássicos da primeira fase da banda, como “Wake Up Dead”, “Peace Sells”, “In My Darkest Hour”, “Hangar 18” e “Tornado of Souls”. Mustaine pareceu animado e bem disposto a agradar um público que não estava lá apenas para vê-lo, lidando tranquilamente com a posição de coadjuvante de luxo. Com o modo "paz e amor" ligado no máximo, o historicamente temperamental vocalista/guitarrista fez questão de deixar uma boa impressão, apesar de mal ter citado o privilégio de estar abrindo para o maior nome do metal em todos os tempos. Ao final, após a icônica “Holy Wars”, o frontman gastou mais alguns minutos agradecendo o público de um modo tão afetuoso que até fãs antigos devem ter estranhado.

Carismático.