quarta-feira, 1 de julho de 2015

Megadeth

Já que este mês é O MÊS do rock, estilo musical do qual amo muito, resolvi escrever mais sobre as minhas experiências indo à shows. Confesso que não foram muitos mas todos foram para lá de incríveis.

Eu já tive o prazer de assistir ao show do Megadeth.
Mas quando, onde, em que ano?
Vamos com calma.


Megadeth acompanhou a megafucker turnê do Black Sabbath em 2013 do qual eu me vanglorio até hoje de ter tido a oportunidade de assistir. Palhaçada? É um pouco, mas o que é que tem? Deixa a criança ser feliz POHA.
Quando você cresce ao som de uma banda que já não existe mais (pelos palcos) a sensação é de ter perdido uma parte muito importante da trilha sonora da sua vida. Então quando Black Sabbath reativou o site oficial da banda com a programação de uma grande notícia a ser lançada em uma sexta-feira 13, eu esperei ansiosamente cada segundo daquele cronometro idiota zerar para ver o que eu já imagina: Novos trabalhos e uma Turnê Mundial.

Ok, pensei. Muito legal mas não verei eles. Snif.

Isto foi em 2011. Muita água passou debaixo da ponte e em outubro de 2013 eu estava em Porto Alegre para assistir este grande espetáculo que foi aberto por nada mais e nada menos que Megadeth.
Vamos a algumas ponderações:
  1. Eu não sou fã do Megadeth;
  2. Eu não pagaria para ir a um show exclusivamente deles;
  3. Mas as duas opções acima não fazem de mim uma pessoa acéfala ao ponto de não poder curtir o som deles;
  4. Se eu conhecer umas cinco músicas deles, é muito.
Dito isto, deixo claro que não vou falar mal da banda. Apenas não faz parte das minhas favoritas mas não vou mentir, o show foi muito bom apesar de não estar familiarizada com seus trabalhos.
O show foi aberto com os clássicos "Hangar 18", "Wake Up Dead" e "In My Darkest Hour" que fez a galera animar. Na verdade a banda fez um repertório cheio de clássicos e tocou uma das poucas músicas que eu conheço, hahaha, a Symphony Of Destruction.

Dave não circulava muito pelo palco e falou muito pouco com a plateia o que fez eu ficar #chateada. Depois de assistir dois shows de bandas antigas onde os caras faltam chamar alguém do público para sentar no seu colo e receber um chamego, esta personalidade me deixou murcha. Depois de algumas pesquisas e conversas com alguns amigos descobri que este é o Dave Mustaine. É a forma que ele se apresenta e muitos acharam ele até simpático na apresentação de POA. Imagino como deve ser quando esta de mal humor.

Vamos as músicas tocadas, além das citadas acima:
  • She-wolf
  • Sweating Bullets
  • Super Collider
  • Kingmaker
  • Tornado Of Souls
  • Holy Wars... The Punishment Due
  • Silent Scorn
  • My Way
  • Peace Sells
  • Tornado os souls
  • Holy wars
Para comprovar a simpatia de Dave em Porto Alegre, segue um trecho da matéria que saiu na Rolling Stone Brasil:

Fazendo a abertura, o Megadeth primou por ser conciso. Em um show curto, eficiente e energético, o grupo liderado por Dave Mustaine ignorou quase completamente os discos recentes, concentrando esforços nos clássicos da primeira fase da banda, como “Wake Up Dead”, “Peace Sells”, “In My Darkest Hour”, “Hangar 18” e “Tornado of Souls”. Mustaine pareceu animado e bem disposto a agradar um público que não estava lá apenas para vê-lo, lidando tranquilamente com a posição de coadjuvante de luxo. Com o modo "paz e amor" ligado no máximo, o historicamente temperamental vocalista/guitarrista fez questão de deixar uma boa impressão, apesar de mal ter citado o privilégio de estar abrindo para o maior nome do metal em todos os tempos. Ao final, após a icônica “Holy Wars”, o frontman gastou mais alguns minutos agradecendo o público de um modo tão afetuoso que até fãs antigos devem ter estranhado.

Carismático.
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