sexta-feira, 6 de junho de 2014

Um texto sobre gestão empresarial

Como é formado o conselho diretor da Petrobrás?
Ummm, eu tenho a resposta. Mas antes, que tal uma biografia fofa de uma das ex-conselheiras desta empresa mista (pública/privada) onde o governo mete o bedelho a cada cinco minutos.
A menina Dilma teve uma infância feliz em Belo Horizonte, onde nasceu no dia 14 de dezembro de 1947, filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane da Silva. Se lhe perguntavam o que queria ser quando crescesse, tinha a resposta na ponta da língua: bailarina, bombeira ou trapezista. E presidente da República? Nem pensar, porque naquela época o Brasil sequer sonhava em escolher uma mulher para a Presidência.
Dilma adorava andar de bicicleta, subir em árvore e ler as reinações de Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa e dos outros moradores do "Sítio do Picapau Amarelo", de Monteiro Lobato. Gostava ao mesmo tempo de óperas, às quais assistia na companhia do pai, e do seriado do Flash Gordon, que via nas matinês do cine Pathé.
Estudou no Nossa Senhora de Sion, tradicional colégio para meninas, e frequentou o Minas Tênis Clube, ponto de encontro da elite belorizontina. Mas desde cedo aprendeu que o mundo não era cor de rosa. Um outro mundo, de cores tristes, saltava aos olhos sempre que subia o Morro do Papagaio, uma das maiores e mais pobres favelas da cidade, para fazer trabalho voluntário com colegas e freiras do colégio. Ou quando abria a porta de casa para algum mendigo que implorava por um prato de comida.
Certo dia, bateu à porta um menino tão magro e de olhos tão tristes que ela rasgou ao meio a única nota que tinha. Ficou com metade da cédula e deu a outra metade ao menino. Dilma não sabia que meio dinheiro não valia nada. Mas já sabia dividir. Biografia segundo Site Oficial
A-ham, senta lá no banquinho.
Agora, a sua resposta:




Seguinte, vou abordar sucintamente  e talvez fique bem breve (e confuso para quem não conseguir acompanhar) sobre a aquisição da refinaria de Pasadena (gestão empresarial).

O conselho diretor de uma organização tem por objetivo perpetuar a empresa, gerar lucros e se tornar sustentável. Eles defendem os direitos dos acionistas e por isto são escolhidos/votados conforme discriminado no contrato, dado momento em que você adquire um ação desta entidade. No momento da escolha de um novo conselho deve ser levado em conta muitos itens, entre eles: o conselho compreende suas responsabilidades?; compreende os objetivos da empresa?; possuí tempo hábil necessário para se dedicar ao cargo?; o conselho tem o entendimento mínimo para compreender as informações operacionais e financeiras da organização?; entre tantos outros.

Há também conselhos que são "nomeados" por aqueles que se detém como Controladora da organização. Independente de ser nomeado ou votado, é o conselho diretor (composto por quantas pessoas quiser, depende do estipulado em contrato) que da o OK final sobre decisões operacionais e financeiras da empresa. Não há como medidas serem tomadas sem o aval do conselho diretor. Eles são os detentores do poder de decisão enquanto estiverem lá.

CEO, diretor executivo, diretor geral ou chefe executivo de ofício é o cargo que esta no topo da hierarquia operacional. Todos os outros cargos e executivos prestam contas ao CEO. O CEO, por sua vez, tem por obrigação executar as diretrizes propostas pelo conselho administrativo (o conselho diretor).

Quando um CEO tem uma grande ideia para inovar o negócio ou expandi-lo, o mesmo deve apresentar tal proposta ao conselho administrativo e este deve estar de acordo com tal decisão para, AÍ ENTÃO, ser tomada as medidas para buscar o objetivo. Compreendido até aqui? Certo.

Agora vou jogar uma pergunta no ar, assim, entrou em um ouvido e saiu no outro: 
  • Como um participante do conselho administrativo de uma grande empresa diz que não estava apar do conteúdo total do que estava assinando?
Ou melhor, reformulando:
  • Como um conselho administrativo é "ludibriado" com clausulas omitidas no momento da apresentação do seu CEO referente a aquisição de uma refinaria?

Olha, eu não participo de nenhum conselho diretor e muito menos sou uma CEO, acontece que tudo que é lido e concordado, é assinado. Na minha leiguice do mundo executivo não há como eu ler um contrato, concordar com o mesmo, assinar e depois da aquisição é outro contrato com duas clausulas a mais (com as assinaturas pertinentes lá na última página, bem bonitinho).

Bom, cada um possui sua opinião sobre o tema.
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