sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

E aqui chega um novo fim, um novo começo, um tanto estranho.


Depois alguns anos sendo minha segunda casa me despeço com um tanto de tristeza, mas, com um tanto de alegria. Entrei e agora saio com o mesmo sorriso no rosto de que fiz as minhas obrigações sempre como às melhores possíveis e peço desculpas pelas tardes estressadas quando via alguém querendo resolver os assuntos “pelo modo mais fácil”. Minha longa e breve jornada como trabalhadora no setor privado me ensinou duas coisas que carrego em todos os locais que trabalhei e levarei também nos que irei trabalhar:

  1.         O modo fácil NUNCA é o certo
  2.       O hábito de ser discreto nos mais diversos assuntos relacionados ao seu trabalho poucos tem, e quem tem é retribuído com a confiança.

E não foi diferente aqui. Houve dias ruins, houve dias bons. No mais, fiz o meu trabalho e como recompensa ganhei novos amigos.
Fugindo da regra em que todos saem de uma empresa com a intenção de aumentar o seu capital, eu estou dizendo adeus porque surgiram novas oportunidades. Oportunidade de entrar de cabeça e coração na área em que dediquei arduamente todas as noites da minha vida durante quatro anos. Foram muitas noites mal dormidas, muitos livros me rodeando, muita dor de cabeça e no fim o reconhecimento pelo meu esforço. Saio sem me importar com a coisa mais básica neste mundo capitalista, saio para correr atrás daquilo que acredito ser o meu sonho.
Saio feliz por estar começando uma nova e grande etapa na minha vida, saio triste porque estou deixando para trás um local de trabalho que criei um laço forte de amizade e companheirismo.


A vida às vezes nos pede para sair da nossa zona de conforto e grita alto nos nossos ouvidos “arrisque-se”. De olhos vendados e com o corpo cheio de adrenalina, eu fui.
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