segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Bons hábitos monetários são sempre bem-vindos

Eu sou o tipo de pessoa que gosta de dinheiro.
Calma! Não estou escrevendo que sou interesseira e que quero casar apenas com um cara podre de rico. Não, não é isso.
Eu gosto de dinheiro no sentido de: poder sair quando quero, organizar uma viagem para relaxar, me deslocar até outra cidade para assistir shows, poder comprar meus livros, minhas quinquilharias, gastar o meu dinheiro com coisas que me satisfação. E por amar o meu dinheiro suado, diga-se de passagem, eu não saio por ai torrando  descontroladamente, sem matutar antes e sem estabelecer metas.
E como nada nesta vida vem de mão beijada e sim com muito esforço e sacrifício, compartilho com vocês uma reportagem que li no site Contábeis.com (que não trata apenas de assuntos restritos a profissão) e aborda cinco hábitos que literalmente fode com o seu orçamento e objetivos.

Boa leitura :)




O Economista e Especialista em Investimentos Richard Rytenband destaca 5 hábitos financeiros que são grandes sabotadores do sucesso financeiro. Superar estes erros podem não garantir o enriquecimento, mas aumentam muito as probabilidades de prosperar.

1. Antes de consumir como rico, produza como rico
Para consumir é necessário ter renda, e para ter renda só produzindo. É importante buscar alternativas extras de renda se for necessário. Quem ignora isso, pode estar acumulando dívidas e sedimentando o caminho para a falência pessoal.

2. Ilusão Monetária
Acontece quando as pessoas não consideram o efeito corrosivo da inflação sobre o valor do dinheiro. Para verificar se houve ganho ou perda de poder aquisitivo em um investimento ou renda é importante calcular o retorno real, e isto significa descontar a inflação do período.

3. Contabilidade Mental
Muitas pessoas criam mecanismos de compartimento do seu patrimônio e seu orçamento, dependendo da origem do dinheiro. O que é um grande erro. É muito comum observar pessoas utilizando o limite do cheque especial mesmo tendo dinheiro aplicado na poupança. O que em poucas palavras significa dizer que você ao aceitar pagar 10% am de juro, enquanto recebe apenas 0,5% am está cometendo um grande.

4. Efeito Doação
Este efeito induz as pessoas a permanecerem com um bem recebido como doação inicial, como por exemplo uma herança ou carta de investimentos, e não utilizar ou deixar de ajustar de acordo com o melhor risco x retorno para não se sentirem responsáveis pelo retorno futuro. É preciso vencer esta barreira e pensar como um empreendedor ao analisar a melhor maneira de aplicar um investimento.

5. Acreditar que poupar é o bastante
Poupar não é suficiente. Com o efeito do fenômeno da inflação, o investidor precisa de investimentos que no mínimo superem a inflação do período, caso contrário, no melhor cenário estará mantendo o poder de compra e todo aquele esforço de se privar do consumo terá sido em vão.
Mas para quem não se contenta em apenas manter e almeja a independência financeira deve focar no crescimento da renda e controle de despesas. O crescimento da renda implica a busca constante de novas fontes de renda e investimentos que superem a inflação.

Fonte: Maxpress net
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