quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Dois mil e quatorze




Li algumas noites atrás que pessoas que preferem sentir frio do que calor são introvertidas. Que concepção tola mas depois concordei com ela. Acredito que sou introvertida. Extrovertida no álcool.

Sábado bebi algumas cervejas e desceu tão doce que parecia que eu estava virando uma garrafa de “não me conte seus problemas, hoje estou tão bem”. Terminei meu sábado melhor que inúmeros outros dias.

Sinto uma leve tendência de que serei aquelas mulheres que terão em casa o canto do destilado e a cada fim de tarde beberei uma dose. Isto é ruim? Porque sinceramente vejo como algo muito promissor.
Preciso respirar ar novo, algo que me leve a outro estado mental, espiritual ou qualquer coisa parecida. Pisar em areia branca, mergulhar neste mar salgado e sentir escorrer todos os devaneios deste ano que já considero um velho gagá. 

V.S.R. 


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