segunda-feira, 9 de maio de 2011

Assim, as coisas mudam



Final de semana resolvi passar em casa e, no fim das contas, a melhor coisa que poderia ter feito. Um tempo pra cabeça, se colocar em seu devido lugar, sair do círculo.
Sair do círculo... Ou do ciclo de repetições que estava sendo.

Até que foi produtivo, loquei cinco filmes (@$%$#@&$¨), dei uma volta com umas amigas, relaxei, curti minha mãe em seu dia e morguei.

Fiquei vendo o dia ir embora  na frente da minha casa em baixo da árvore monstruosa que meus pais plantaram a não sei quantos anos atrás, bebendo chimarrão. Um hábito tão gostoso que havia perdido desde dezembro. Normalmente minhas tardes de sábado e domingo era jogar conversa fora com pessoas que são importantes pra mim, deitadas em qualquer pano ou lençol, na sombra das minhas árvores.. Outra coisa que sempre fez parte eram meus livros na cabeceira da cama, que sumiram.
Ou seja, como me perdi tão fácil.
Mas, como tudo não é só tempestade e depois o sol há de aparecer por obrigação, vou voltar aos meus velhos hábitos, que é o que sou. Que nunca deveria ter os deixado. E de praxe comprei logo quatro livros, entre eles um de música, outra paixão. Dois de ficção, logo uma sequência de cara da autora Becca Fitzpatrick, e por ultimo um de coisas “fofas” entre aspas... nem saberia explicar.
Resumindo, a “sumida” voltou e quem diria que eu voltaria para o mesmo lugar que saí tão feliiz. Pessoas cansam, amizades ficam. (¬¬)

Aquela coisa de se sentir solta, recém libertada, querer abraçar o mundo de uma vez só passou. Já posso retroceder ao meu Carol (rsrs), não que eu não tenha sido eu verdadeiramente. Digamos que meu “Id” estava aflorado e agora voltou para seu devido lugar. Acho que até foi rápido em comparação com alguns desavisados que ficam anos nessa. Fiz muitas coisas por impulso e coisas que normalmente pensaria 300 mil vezes antes de fazer, neste tempo simplesmente fiz. Assim, sem pensar muito: se é bom – ruim (corpo e mente), vale a pena, exposição, etc e etc.
O único proveito disso é que melhor sempre fica pro final. Digo no fim das contas o ser humano sempre acaba se revelando ruim e maldoso com seus “achares”.. Realmente não sei por que ainda me importo, porque perco meu tempo. Tanto faz. Não são importantes pra mim e para a minha vida mesmo. As palavras de muitos não condizem com as ações e vice-e-versa. Cobrar o que também não se faz é ridículo.

Eu só quero tranqüilidade... E eu achei que tinha começado bem com o final de semana até ver a prepotência das pessoas logo cedo. Todos têm opção e algum cérebro pra pensar.
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