sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O amor...


O que dizer sobre ele...
Que ele nos deixa sem rumo, sem noção, sem direção; não nos deixa pensar como uma pessoa normal, ou seja, nos transforma em algo um nível abaixo do que éramos... Isto não é degradação nem desamor pelo próprio amor.

É uma realidade, pura, nua, crua, despida, atrevida... E como é.

Você (mulher) especialmente, já reparou em todas as coisas que você alterou, reinventou, trocou, escolheu, optou por causa do amor? Dos rumos diferentes que você, eu, nós optamos pensando no amor?
Somos tão maleáveis para isso, aceitamos numa boa... Sensíveis demais para renegar uma paixão por causa de um trabalho fora da cidade, pela faculdade em outro estado, etc. Quantas histórias você já escutou de uma mulher deixar seus sonhos para ficar perto do seu amado? Muitas né... E quantas vocês escutaram de um homem largar uma grande oportunidade pela sua amada? Poucas né.

Não, eu não sofri uma desilusão amorosa para possuir estes ângulos de visão, pontos de vista. É só tão transparente a nossa desenvoltura por um homem. É só um homem... Só!
Tenho o pensamento de termos o medo de ficarmos solitárias nesta vida, então, como a melhor saída é manter o que possuímos, fechamos as portas que a vida abriu, e algumas ou até em sua maioria este sacrifício não valeu de nada porque, mais tarde você descobriu que não o queria para toda a sua vida, ele lhe trocou por outra ou você achou um mais atraente.
É até triste.

Mas quando todas as escolhas nos retribuem de uma maneira boa, com felicidade, plenitude, reciprocidade de pensamentos e de escolhas. Quando um se sacrifica pelo outro da mesma maneira que seu parceiro, ocorre o que chamamos de... Amor verdadeiro. Você deita e ri. Mas, tem que enxergar nos olhos do outro estas mesmas idéias tem que analisar se estão olhando para a mesma direção.

Eu tenho medo de errar nas minhas escolhas, não vou mentir... Insegurança é vida, mas tento não permitir que elas me controlem em todas as encruzilhadas que eu encontrar. Viver com o medo do futuro é muito, das escolhas é normal...
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